"tomara que ele volte rapidinho", ele esta' pensando....
pra gente poder logo ir fazer trilhas pras cachoeiras...
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Camping na Serra da Canastra

O 1° café da manha' do Camping Vila Delfino'polis
Zé Mauro apaixonou-se por Delfinópolis com suas mais de 150 cachoeiras, pela serra escura e misteriosa com o Caminho do Céu lá em cima, e pela represa que guarda dentro dela o Rio Grande.

Ele resolveu morar em Delfinópolis. Trouxe a esposa, Vera, que era a executiva mais urbana do mundo e acabou também cedendo aos encantos de Delfinópolis.
A Vera adora andar, pedalar e lavar a alma nas cachoeiras de água transparente que correm entre pedras e formam riozinhos doces e simpáticos, que cantam músicas que nos fazem esquecer todas as preocupações - há trilhas para todos os gostos, com todo tipo de dificuldade.


Somos orgulhosos de ter banheiros limpissimos, aqui as pias e os chuveiros
É fácil encontrar tucanos, lobos-guará, tamanduás bandeira e tatus: são encontros inesqueci'veis.
Delfinópolis é tudo isso e muito mais. Tem um clima quente, que combina com as águas das cachoeiras, e quando chove é lindo de ver a natureza se renovando, refrescando o ar que fica ainda mais levinho. Por tudo isso, o Zé Mauro e a Vera montaram esse pequeno camping pra receber pessoas como se fossem velhos amigos.
Contatos do Camping: email: contatocamping[AT]viladelfinopolis.com.br
tel:(35)3525-1054 ; cel: (35)8425-1116.
Fale com Vera ou Zé Mauro
www.viladelfinopolis.com.br
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Cachú Aguas Claras
domingo, 12 de dezembro de 2010
Vegetação da Canastra...
Pouco se fala na beleza da vegetação do Cerrado. Poderíamos brincar dizendo que ele é o irmão feio da Mata Atlântica, mas a verdade, e atenção, ora vos digo a verdade, é que o Cerrado é tão especial e cheio de charme quanto à sua irmã famosa!
O solo é ácido e possui uma baixa fertilidade natural, o que nos faz pensar que o que se vê aqui, quis muito, mas muito mesmo existir, e vai caracterizar uma vegetação com uma força e beleza únicas no panorama brasileiro.
By João de Deus Medeiros (Calliandra dysantha) [CC-BY-2.0 (www.creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia Commons

Ipê-amarelo
Os campos cobrem a maior parte do território: gramíneas (vegetação rasteira), árvores retorcidas e arbustos.
Os Cerrados são, assim, reconhecidos devido às suas diversas formações ecossistêmicas. Sob o ponto de vista fisionômico temos: o cerradão, o cerrado típico, o campo cerrado, o campo sujo de cerrado, e o campo limpo que apresentam altura e biomassa vegetal em ordem decrescente. O cerradão é a única formação florestal.

O Cerrado típico é constituído por árvores relativamente baixas (até vinte metros), esparsas, disseminadas em meio a arbustos, subarbustos e uma vegetação baixa constituída, em geral, por gramíneas. Assim, o Cerrado contém basicamente dois estratos: um superior, formado por árvores e arbustos dotados de raízes profundas que lhes permitem atingir o lençol freático, situado entre 15 a 20 metros; e um inferior, composto por um tapete de gramíneas de aspecto rasteiro, com raízes pouco profundas, no qual a intensidade luminosa que as atinge é alta, em relação ao espaçamento. Na época seca, este tapete rasteiro parece palha, favorecendo, sobremaneira, a propagação de incêndios.
A típica vegetação que ocorre no Cerrado possui seus troncos tortuosos, de baixo porte, ramos retorcidos, cascas espessas e folhas grossas. Os estudos efetuados consideram que a vegetação nativa do Cerrado não apresenta essa característica pela falta de água – pois, ali se encontra uma grande e densa rede hídrica – mas sim, devido a outros fatores edáficos (de solo), como o desequilíbrio no teor de micronutrientes, a exemplo do alumínio.
O Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, com 4.400 endêmicas (exclusivas) dessa área. A fauna apresenta 837 espécies de aves; 67 gêneros de mamíferos, abrangendo 161 espécies e dezenove endêmicas; 150 espécies de anfíbios, das quais 45 endêmicas;120 espécies de répteis, das quais 45 endêmicas; apenas no Distrito Federal, há 90 espécies de cupins, mil espécies de borboletas e 500 espécies de abelhas e vespas.
Até a década de 1950, os Cerrados mantiveram-se quase inalterados. A partir da década de 1960, com a interiorização da capital e a abertura de uma nova rede rodoviária, largos ecossistemas deram lugar à pecuária e à agricultura extensiva, como a soja, arroz e ao trigo. Tais mudanças se apoiaram, sobretudo, na implantação de novas infra-estruturas viárias e energéticas, bem como na descoberta de novas vocações desses solos regionais, permitindo novas atividades agrárias rentáveis, em detrimento de uma biodiversidade até então pouco alterada.

Foto de João de Deus Medeiros (Calliandra dysantha) [CC-BY-2.0 (www.creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia Commons
Durante as décadas de 1970 e 1980 houve um rápido deslocamento da fronteira agrícola, com base em desmatamentos, queimadas, uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos, que resultou em 67% de áreas do Cerrado “altamente modificadas”, com voçorocas, assoreamento e envenenamento dos ecossistemas. Resta apenas 20% de área em estado conservado.
A partir da década de 1990, governos e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, com a finalidade de buscar tecnologias embasadas no uso adequado dos recursos hídricos, na extração de produtos vegetais nativos, nos criadouros de animais silvestres, no ecoturismo e outras iniciativas que possibilitem um modelo de desenvolvimento sustentável e justo.

As unidades de conservação federais no Cerrado compreendem: dez Parques Nacionais, três Estações Ecológicas e seis Áreas de Proteção Ambiental.
Vamos começar a mostrar aos pouquinhos essa maravilha de paisagem brasileira pra voce!
fonte: IBAMA, foto de João de Deus Medeiros, wikimedia
post by passeios viladelfinopolis.com.br
O solo é ácido e possui uma baixa fertilidade natural, o que nos faz pensar que o que se vê aqui, quis muito, mas muito mesmo existir, e vai caracterizar uma vegetação com uma força e beleza únicas no panorama brasileiro.
By João de Deus Medeiros (Calliandra dysantha) [CC-BY-2.0 (www.creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia Commons

Ipê-amarelo
Os campos cobrem a maior parte do território: gramíneas (vegetação rasteira), árvores retorcidas e arbustos.
Os Cerrados são, assim, reconhecidos devido às suas diversas formações ecossistêmicas. Sob o ponto de vista fisionômico temos: o cerradão, o cerrado típico, o campo cerrado, o campo sujo de cerrado, e o campo limpo que apresentam altura e biomassa vegetal em ordem decrescente. O cerradão é a única formação florestal.

O Cerrado típico é constituído por árvores relativamente baixas (até vinte metros), esparsas, disseminadas em meio a arbustos, subarbustos e uma vegetação baixa constituída, em geral, por gramíneas. Assim, o Cerrado contém basicamente dois estratos: um superior, formado por árvores e arbustos dotados de raízes profundas que lhes permitem atingir o lençol freático, situado entre 15 a 20 metros; e um inferior, composto por um tapete de gramíneas de aspecto rasteiro, com raízes pouco profundas, no qual a intensidade luminosa que as atinge é alta, em relação ao espaçamento. Na época seca, este tapete rasteiro parece palha, favorecendo, sobremaneira, a propagação de incêndios.
A típica vegetação que ocorre no Cerrado possui seus troncos tortuosos, de baixo porte, ramos retorcidos, cascas espessas e folhas grossas. Os estudos efetuados consideram que a vegetação nativa do Cerrado não apresenta essa característica pela falta de água – pois, ali se encontra uma grande e densa rede hídrica – mas sim, devido a outros fatores edáficos (de solo), como o desequilíbrio no teor de micronutrientes, a exemplo do alumínio.
O Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, com 4.400 endêmicas (exclusivas) dessa área. A fauna apresenta 837 espécies de aves; 67 gêneros de mamíferos, abrangendo 161 espécies e dezenove endêmicas; 150 espécies de anfíbios, das quais 45 endêmicas;120 espécies de répteis, das quais 45 endêmicas; apenas no Distrito Federal, há 90 espécies de cupins, mil espécies de borboletas e 500 espécies de abelhas e vespas.
Até a década de 1950, os Cerrados mantiveram-se quase inalterados. A partir da década de 1960, com a interiorização da capital e a abertura de uma nova rede rodoviária, largos ecossistemas deram lugar à pecuária e à agricultura extensiva, como a soja, arroz e ao trigo. Tais mudanças se apoiaram, sobretudo, na implantação de novas infra-estruturas viárias e energéticas, bem como na descoberta de novas vocações desses solos regionais, permitindo novas atividades agrárias rentáveis, em detrimento de uma biodiversidade até então pouco alterada.

A flor-do-capeta
Foto de João de Deus Medeiros (Calliandra dysantha) [CC-BY-2.0 (www.creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia Commons
Durante as décadas de 1970 e 1980 houve um rápido deslocamento da fronteira agrícola, com base em desmatamentos, queimadas, uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos, que resultou em 67% de áreas do Cerrado “altamente modificadas”, com voçorocas, assoreamento e envenenamento dos ecossistemas. Resta apenas 20% de área em estado conservado.
A partir da década de 1990, governos e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, com a finalidade de buscar tecnologias embasadas no uso adequado dos recursos hídricos, na extração de produtos vegetais nativos, nos criadouros de animais silvestres, no ecoturismo e outras iniciativas que possibilitem um modelo de desenvolvimento sustentável e justo.
As unidades de conservação federais no Cerrado compreendem: dez Parques Nacionais, três Estações Ecológicas e seis Áreas de Proteção Ambiental.
Vamos começar a mostrar aos pouquinhos essa maravilha de paisagem brasileira pra voce!
fonte: IBAMA, foto de João de Deus Medeiros, wikimedia
post by passeios viladelfinopolis.com.br
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Cachoeiras do Ézio

No complexo de cachoeiras do Ézio, a gente anda dentro da água! água transparente, pedras no fundo, verde em volta! Tudo de bom!
post by passeios viladelfinopolis.com.br
Carnaval 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Bem vindos à Vila Delfinópolis!

Esperamos receber pessoas do bem, que venham em paz, para curtir a Natureza e conviver com a comunidade da cidade e do camping num ambiente de respeito e confraternização.
Para nós, será um prazer receber o seu contato.
Passeios pela Canastra
Dentro da região da Serra da Canastra, estamos habilitados a fazer qualquer passeio de sua preferência (tailor made).
Podemos também oferecer outros que através de nossa experiência, julgamos indicados para satisfazer à maioria dos visitantes.
Os que apresentamos nos links aqui à esquerda é um resumo destes roteiros, com duração e quilometragem aproximada.
Para detalhes sobre o camping, por favor visite o nosso site: http://www.viladelfinopolis.com.br
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